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Três Perguntas a António Maçanita

Produtor e enólogo, António Maçanita WineMaker

Quem é o António Maçanita ?

 

Sou filho de mãe Alentejana, pai Açoriano e avô Algarvio, nascido em Lisboa.

Fui ginasta desportivo, dos 6 aos 16 anos e cheguei a representar Portugal, depois jogador de rugby onde também cheguei a fazer parte das seleções de juniores.

Tive e tenho como hobbies bodyboard e caça submarina.

Sempre fui forte em ciências e licenciei-me em Agro-Industrial no Instituto Superior de Agronomia em Lisboa, onde no 2º ano me mordeu o bicho da viticultura.

Tentei em 2000 plantar uma vinha nos Açores, mas foi queimada por uma tempestade de mar: Fui estagiar para a Califórnia em 2001 e 2002, depois Austrália em 2003, ano em que arranquei o projeto da Malhadinha Nova e também fui trabalhar para o Lynch Bages em Bordéus.

De regresso a Portugal, com pouco dinheiro, emprestado, comprei umas uvas em conjunto com o David Booth um viticultor e amigo e é assim nasce a FITAPRETA no Alentejo.

Depois seguiram-se os projectos de consultoria, em 2005 a Quinta de Sant’Ana, Arrepiado Velho, Cem Reis, entre outros, e ainda revolução do Algarve em 2006: João Clara, Cabrita,  Paxá, Quinta do Francês.

Em 2007 conheço o Filipe Rocha e iniciei uma colaboração anual com a Escola de Hotelaria dos Açores, região na qual sempre quis fazer um trabalho.

Em 2010 surge a oportunidade de lançar uma colaboração para me envolver no projecto de recuperação do Terrantez do Pico, casta autóctone e única no mundo, à data quase em extinção e desconsiderada pelos locais, e que hoje é uma casta respeitada, fora de risco e que produz vinhos de exceção.

Ainda nos Açores, em 2013, proponho lançar um projeto de consultoria gratuita para todos os produtores do Pico que é apenas aceite pelo Paulo Machado. Nessa vindima fizemos o nosso primeiro vinho em conjunto, com outra casta autóctone e única no mundo, o Arinto dos Açores, ainda sob o nome da Fitapreta.

Em 2014, os três fundamos a Azores Wine Company.

Entretanto, em 2011, a minha irmã Joana Maçanita desafia-me para começarmos a fazer vinhos em conjunto no Douro, um projeto em franco crescimento e no qual nos temos divertido muito.

Um vinho e o prato que melhor o acompanha?

Rosé da Fita Preta com o caril de domingo, preparado pela minha mulher!

A receita é segredo…

Dicas para melhorar a experiência com o vinho?

Beber o que se gosta e evitar papagaismo!

Um vinho António Maçanita WineMaker para:

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Rosé Vulcânico 2016 

Guardar e beber daqui a 10 anos:

Preta – Homenagem David Booth – 2013

Levar para uma ilha deserta:

Um vinho? O Verdelho 10 anos, que dá para abrir e ir bebericando ao longo de anos.

Para beber enquanto cozinha:

Quase sempre brancos de frescura, como Fita Preta Branco, Maçanita Branco ou, claro, um Branco dos Açores!

 

Para o final do dia:

Uma bela mini 🙂

Da cave para beber agora:

 Branco de Talha 2010

Para um momento especial:

 Espumante de Terrantez do Pico 2011 – fizemos 100 garrafas…

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